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8 de outubro de 2019

Handmade Hospitality


Handmade hospitality é um conceito semelhante ao de Hotel Exclusivo ou Hotel boutique, mas com uma ênfase maior no atendimento intimista, individual e personalizado.
O termo Handmade em português quer dizer feito a mão ou artesanal e hospitality traduz-se  por hospitalidade, é a relação entre o hóspede e o anfitrião, ou o ato ou prática de ser hospitaleiro. No inglês, a definição de hospitality no dicionário é a bondade em acolher estranhos ou convidados. Outra definição de hospitalidade é a receptividade.
Nesta semântica pode-se dizer que Handmade Hospitality é o hospedar de forma plenamente satisfatória, de maneira exclusiva e individual para cada hóspede.
Esse tipo de hospedagem deve ter poucas unidades habitacionais, normalmente entre 03 e 20, mas uma infra-estrutura de serviços de alto padrão e de charme, comparável aos Hotéis boutique, sendo que alguns dos serviços, principalmente aqueles em contato direto com o hóspede (reserva, recepção, serviço de mesa etc.) são prestados diretamente por seus proprietários ou por um quadro de colaboradores de nível decisório.
Com estrutura predominantemente familiar, a interatividade e aproximação entre anfitrião e hóspede é parte elementar neste tipo de hospedagem. A boa acolhida, serviços detalhistas, harmonia e simplicidade, em que hospedar e agradar devem satisfazer não apenas o cliente, mas, também, aqueles que recebem.
Um elemento indispensável é a interatividade entre hóspedes e proprietários, ou de hóspedes com a propriedade. Desta interatividade surge um elemento contextual que aumenta a experiência do hóspede, transformando uma estadia em uma experiência. A interatividade, por outro lado, deve ser espontânea, e levar o hóspede a sentir-se completamente à vontade ou como "dono do lugar".

Um exemplo de interatividade são os livros de sugestões ou em bate-papo informal poder surgir sugestões que podem ser efetivamente implementadas, desde que pertinentes e dentro do possível,  pois o hóspede que retorna deve sentir que ele também fez uma diferença para o local. Assim como, um hóspede que retorna para comemorar um ano de casado - pois passou a lua-de-mel no local - deve ser lembrado.
Outro exemplo de interatividade são os chamados "honesty bars", bares onde o hóspede serve-se a si mesmo, e comunica o que consumiu.
O exemplo último de interatividade é a presença constante do proprietário, que conversa com os hóspedes e interessa-se pela vivência dos mesmos dentro de sua propriedade e transformando essa hospedagem numa deliciosa experiência com se estivesse não só em casa de amigos mas com se estivesse em sua própria casa.


4 de janeiro de 2013

A Pousada em poesia


Poesia para a Pousada, do amigo  José Cazassa Filho:

"Honra, e um privilégio, contar em verso e prosa o Encanto da Bocaina,
pousada de magia, cheio de alegria. 
Vivenciar a bela natureza, e ter a sua companhia. 
Regendo o cantar dos pássaros e hospedando com tanto carinho,
que seus chalés são como ninho. O Sol é seu amigo, a Lua sua namorada,
que delícia é a sua pousada. 
Não poderia ser tão perfeita e tão bacana se não fosse a Luciana, 
seus quitutes maravilhosos são como carinhos de mãe. 
Suas paisagens maravilhosas com o horizonte mais belo, 
ter o Wilson como amigo e irmão é tudo que eu quero."


2 de setembro de 2012

9 de agosto de 2012

Delícia para beija flor

A suinã, árvore  que floresce esta época e colore toda a mata atlântica aqui na Bocaina é um verdadeiro banquete para os colibris que circulam por ela o dia todo...



16 de janeiro de 2012

Sapo cururu, na beira do rio...

E eu que achava que isso era só cantiga de criança...

Ontem dei de cara com esse bichão, que logo chamou a atenção do Jhonny...




"A fama do sapo-cururu não é das melhores. Há quem diga que ele é capaz de lançar veneno em quem encosta em sua pele ou se aproxima. Mas está comprovado: isso não passa de mito! Cientistas acabam de descobrir que as glândulas que produzem e guardam o veneno desse anfíbio só funcionam quando pressionadas, o que ocorre, por exemplo, quando ele é mordido por um predador. Portanto, não há por que ter medo: o sapo não tem como lançar veneno em você de propósito!"

O máximo que o sapo-cururu faz quando se sente ameaçado é inclinar a sua cabeça e encher os pulmões de ar. Assim, ele parece maior e incha ao máximo suas glândulas, que se romperão a qualquer pressão e esguicharão veneno.

Ele é grande, quando incha então...
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